Lisboa
Posted by Bruno Imbrizi . June 21st, 2010Férias! Foram 19 dias em cinco cidades européias. Começo o relato por Lisboa, escala do nosso vôo da TAP para Londres na qual ficamos três dias. Eu achava que ia gostar de lá, só não sabia que ia gostar tanto.
O metrô (em Portugal se pronuncia métro) de Lisboa tem estações muito bonitas, limpas, amplas e a sinalização é demais.



Ficamos hospedados no Alfama Patio Hostel, situado no bairro do Alfama, o mais antigo de Lisboa. O hostel é muito bacana. Tem um clima relaxante, é confortável e limpo e a localização é excelente. O bairro é velho, meio decadente, mas muito charmoso. No caminho para a Baixa, os mirantes derrubaram nosso queixo. E derrubavam de novo e de novo, não importava a hora do dia.




Seguindo o trilho dos bondinhos, chegamos à charmosa Rua Augusta que termina na Praça do Comércio às margens do Tejo.






Um pouco mais ao norte fica o Parque das Nações, uma área gigantesca construída para a Exposição Mundial de 1998 e que agora é um centro de atividades culturais e um novo bairro da cidade. Andamos o dia inteiro, tiramos muitas fotos, passeamos de teleférico, comemos um salmão espetacular e visitamos o Oceanário de Lisboa (na foto, o impressionante Peixe-Lua).




O Castelo de São Jorge fica no alto de um morro, de onde se tem uma ótima vista de Lisboa. Melhor ainda usando o periscópio instalado na Torre de Ulisses, onde um guia opera essa máquina de espelhos inventada por Leonardo DaVinci e ensina um pouco sobre a cidade para os visitantes.


A Torre de Belém infelizmente estava fechada, mas valeu muito a visita. No caminho passamos pelo Mosteiro dos Jerónimos e encontramos o respeitoso Monumento aos Combatentes do Ultramar.



Ah, e tivemos um encontro com sete (!) pastéis de Belém também, claro.

Uma noite, já passado das 11 horas, saímos em busca de algo para comer. Eu já crente que acabaria jantando salgadinho e bolacha, isso se tivesse sorte. A Pri querendo uma comida decente num bom restaurante. E não é que ela ganhou? Graças à dica da simpática atendente de um café, descemos às escadas ao lado do mirante Portas do Sol e invadimos o que parecia ser o fim de uma festa da comunidade do bairro até chegarmos num oásis chamado Restaurante Santo Antônio. Ficamos atordoados com a delícia do bacalhau e esquecemos de tirar uma foto. Fica aqui uma da decoração do lugar e uma recomendação: se for a Lisboa, não deixe de ir ao Restaurante Santo Antônio.

Favas guizadas à saloia, concentração anticapitalista, pingo de café, o autoclismo e o silêncio dos portugueses.















