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	<title>Viagem no Tempo</title>
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	<description>Um brasileiro morando em Auckland, Nova Zelândia</description>
	<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 01:38:17 +0000</pubDate>
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		<title>Vou ficando</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 05:39:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Imbrizi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

		<category><![CDATA[imóvel]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando leio algo que eu escrevi e não publiquei, dou graças por ter mantido anônimo e arrasto para a lixeira. Hoje cliquei nesse ícone estacionado há três meses no desktop e até que não achei tão ruim. Se fosse hoje, provavelmente não escreveria mais sobre isso. Outra época, outras intenções. Mas faz parte do processo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando leio algo que eu escrevi e não publiquei, dou graças por ter mantido anônimo e arrasto para a lixeira. Hoje cliquei nesse ícone estacionado há três meses no desktop e até que não achei tão ruim. Se fosse hoje, provavelmente não escreveria mais sobre isso. Outra época, outras intenções. Mas faz parte do processo, é um registro legal do pensamento e vai para o ar assim mesmo. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8211; escrito em 4 de outubro de 2009</p>
<p>Ainda não consegui decidir se São Paulo me agrada, ou se me irrita. Provavelmente as duas coisas, dependendo da hora do dia. Meio termo eu sei que não tem.</p>
<p>Tenho muito para escrever sobre São Paulo, mas antes sinto que tenho que despejar um pouco mais de explicação e um pouco mais de irritação.</p>
<p>O que mais me irrita é o barulho, como eu já comentei no <a href="http://brunoimbrizi.com/blog/2009/09/public-const-noise/">post anterior</a>. Eu gosto de cidade grande. Acho que morar no campo deve ser um tédio infinito. Morar longe também é um saco, dá uma preguiça enorme ver tanta gente passando horas e mais horas todo santo dia no transporte coletivo. Não quero ir até lá, eu quero já estar lá. E estou. Moro a poucos metros da Avenida Paulista e a 15 minutos do trabalho. A pé, claro. Minha localização é excelente. Meu azar foi ter um vizinho infernal, morar neste andar e ter o quarto virado para este lado. </p>
<p>Penso em me mudar todo dia, mas aí vem outra coisa que me irrita (e não só em São Paulo): encontrar um imóvel. É incrível como algo tão essencial possa ser tão difícil aqui no Brasil. Antes mesmo de saber se seria contratado para trabalhar em São Paulo já comecei a procurar um lugar para morar. Eu tinha duas exigências: tinha que ser perto do trabalho e tinha que ser mobiliado. Não precisava ser grande, nem novo, nem bonito, nem ser só pra mim, eu dividiria o apê sem problemas. Logo de cara eu aprendi que imóvel mobiliado por aqui é sinônimo de flat e eu não achei um flat na região que custasse menos de R$ 1.800 por mês. Como meu pai não é dono de bingo, tive que partir para a alternativa de dividir um lugar com alguém. </p>
<p>Em Auckland foi fácil achar um flatmate, visitei 3 quartos e em questão de dias já estava de mudança. Em São Paulo deve exigir um pouco mais de esforço – pensei – mas a cidade é grande e com certeza tem muita gente na mesma situação que eu, então vou acabar encontrando. Ledo e Ivo engano. Perdi a conta de quantos anúncios eu li e quantas mensagens eu enviei. Chuto entre 40 e 50. Das 4 ou 5 respostas que recebi, apenas uma resultou numa visita de verdade ao quarto – que era caro e muito ruim. </p>
<p>Morar onde, então? Foi numa dessas situações cara-de-pau em que eu soube que três caras da empresa para onde eu estava vindo trabalhar tinham uma vaga no apê deles. Uma dependência de empregada, pequena o suficiente para eu não conseguir abrir os braços dentro dela. Barato e bem localizado, pouco me importa o aperto. Além disso, meus flatmates são gente fina, a gente racha as contas da casa em 4 e temos um XBox na sala :-) Achei que tinha dado sorte. Até passar a primeira noite aqui e ser acordado às seis e pouco da manhã <a href="http://brunoimbrizi.com/blog/2009/09/as-aves-que-aqui-gorjeiam/">você já sabe como</a>. Naquela manhã e em todas as outras desde então eu levanto querendo mandar tudo a puta que o pariu e sair de perto desse ruído o quanto antes. Aí vem a razão e eu percebo que, a menos que eu dê sorte ou tope gastar meu salário inteiro no aluguel, só me resta aguentar. E eu vou ficando.</p>
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		</item>
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		<title>As melhores cidades para viver</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 05:31:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Imbrizi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Auckland]]></category>

		<category><![CDATA[Outros]]></category>

		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já ouviu esta frase:
- A segunda melhor cidade do mundo para se viver é [ insira cidade aqui ].
Pode variar, pode ser uma das cinco melhores do mundo, ou umas das melhores do Brasil, ou simplesmente uma das melhores, sem qualquer referência.
Geralmente o assunto não vai muito longe por falta de dados. E quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você já ouviu esta frase:</p>
<p>- A segunda melhor cidade do mundo para se viver é [ insira cidade aqui ].</p>
<p>Pode variar, pode ser uma das <em>cinco</em> melhores do mundo, ou umas das melhores <em>do Brasil</em>, ou simplesmente uma das <em>melhores</em>, sem qualquer referência.</p>
<p>Geralmente o assunto não vai muito longe por falta de dados. E quem foi que disse isso? Cadê a pesquisa? Qual é a primeira, então? Quais são as outras quatro primeiras? Onde posso ver o ranking? Ninguém sabe responder e eu nunca lembro de chegar em casa e procurar no Google.</p>
<p>Desta vez eu lembrei. Encontrei uma pesquisa divulgada em julho de 2009 da revista Economist feita com 140 cidades do mundo. “O ranking de Qualidade de Vida feito pela Economist leva em consideração 30 itens, tanto qualitativos quanto quantitativos, em cinco categorias: estabilidade, saúde, cultura e meio ambiente, educação e infraestrutura.“ <em>(Época Negócios)</em></p>
<p>Para ver o ranking todo é preciso fazer um cadastro no <a href="http://www.economist.com/markets/rankings/displaystory.cfm?story_id=13809770" target="_blank">site da Economist</a>, mas é possível juntar um ranking parcial com as matérias da <a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI76464-16367,00-VANCOUVER+E+A+MELHOR+CIDADE+PARA+VIVER.html" target="_blank">revista Época</a>, do <a href="http://www.nzherald.co.nz/nz/news/article.cfm?c_id=1&amp;objectid=10577521" target="_blank"> jornal NZ Herald</a>, do <a href="http://www.news.com.au/travel/story/0,28318,25608641-5014090,00.html" target="_blank">news.co.au</a> e do <a href="http://www.creativeclass.com/creative_class/2009/06/10/most-liveable-cities/" target="_blank">creative class</a>:</p>
<table class="cities" border="0" cellspacing="1" cellpadding="0" width="420">
<tbody>
<tr>
<td class="title" colspan="3" align="center" valign="middle"><strong>The Economist&#8217;s World&#8217;s Most Livable Cities 2009</strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="header" width="100" height="20" align="center"></td>
<td class="header" width="160" height="20">Cidade</td>
<td class="header" height="20">País</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">1</td>
<td>Vancouver</td>
<td>Canadá</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">2</td>
<td>Viena</td>
<td>Áustria</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">3</td>
<td>Melbourne</td>
<td>Austrália</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">4</td>
<td>Toronto</td>
<td>Canadá</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">5</td>
<td>Perth</td>
<td>Austrália</td>
</tr>
<tr>
<td align="center"></td>
<td>Calgary</td>
<td>Canadá</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">7</td>
<td>Helsinki</td>
<td>Finlândia</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">8</td>
<td>Genebra</td>
<td>Suíça</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">9</td>
<td>Sydney</td>
<td>Austrália</td>
</tr>
<tr>
<td align="center"></td>
<td>Zurique</td>
<td>Suíça</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">11</td>
<td>Adelaide</td>
<td>Austrália</td>
</tr>
<tr>
<td align="center"><strong>12</strong></td>
<td><strong>Auckland</strong></td>
<td><strong>Nova Zelândia</strong></td>
</tr>
<tr>
<td align="center">13</td>
<td>Osaka</td>
<td>Japão</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">16</td>
<td>Brisbane</td>
<td>Austrália</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">17</td>
<td>Paris</td>
<td>França</td>
</tr>
<tr>
<td align="center"></td>
<td>Montreal</td>
<td>Canadá</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">22</td>
<td>Berlim</td>
<td>Alemanha</td>
</tr>
<tr>
<td align="center"><strong>23</strong></td>
<td><strong>Wellington</strong></td>
<td><strong>Nova Zelândia</strong></td>
</tr>
<tr>
<td align="center">39</td>
<td>Hong Kong</td>
<td>China</td>
</tr>
<tr>
<td align="center"></td>
<td>Madri</td>
<td>Espanha</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">49</td>
<td>Dublin</td>
<td>Irlanda</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">51</td>
<td>Londres</td>
<td>Inglaterra</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">52</td>
<td>Roma</td>
<td>Itália</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">56</td>
<td>New York</td>
<td>Estados Unidos</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">58</td>
<td>Seoul</td>
<td>Coréia do Sul</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">61</td>
<td>Buenos Aires</td>
<td>Argentina</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">64</td>
<td>Santiago</td>
<td>Chile</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">69</td>
<td>Moscou</td>
<td>Rússia</td>
</tr>
<tr>
<td align="center"><strong>92</strong></td>
<td><strong>Rio de Janeiro</strong></td>
<td><strong>Brasil</strong></td>
</tr>
<tr>
<td align="center"></td>
<td><strong>São Paulo</strong></td>
<td><strong>Brasil</strong></td>
</tr>
<tr>
<td align="center"></td>
<td>Joanesburgo</td>
<td>África do Sul</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">138</td>
<td>Argel</td>
<td>Argélia</td>
</tr>
<tr>
<td align="center"></td>
<td>Dacca</td>
<td>Bangladesh</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">140</td>
<td>Harare</td>
<td>Zimbabwe</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Há também uma pesquisa realizada pela Mercer e divulgada em abril de 2009. O ranking com as primeiras 50 cidades pode ser conferido diretamente no <a href="http://www.mercer.com/referencecontent.htm?idContent=1173105#Top_50_cities:_Quality_of_living" target="_blank">site da Mercer</a>. Abaixo segue mais um ranking parcial, desta vez contemplando quatro cidades brasileiras:</p>
<table class="cities" border="0" cellspacing="1" cellpadding="0" width="420">
<tbody>
<tr>
<td class="title" colspan="3" align="center" valign="middle"><strong>Mercer&#8217;s Quality of Living Survey 2009</strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="header" width="100" height="20" align="center"></td>
<td class="header" width="160" height="20">Cidade</td>
<td class="header" height="20">País</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">1</td>
<td>Viena</td>
<td>Áustria</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">2</td>
<td>Zurique</td>
<td>Suíça</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">3</td>
<td>Genebra</td>
<td>Suíça</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">4</td>
<td>Vancouver</td>
<td>Canadá</td>
</tr>
<tr>
<td align="center"><strong>5</strong></td>
<td><strong>Auckland</strong></td>
<td><strong>Nova Zelândia</strong></td>
</tr>
<tr>
<td align="center">6</td>
<td>Dusseldorf</td>
<td>Alemanha</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">7</td>
<td>Munich</td>
<td>Alemanha</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">8</td>
<td>Frankfurt</td>
<td>Alemanha</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">9</td>
<td>Berna</td>
<td>Suíça</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">10</td>
<td>Sydney</td>
<td>Austrália</td>
</tr>
<tr>
<td align="center"><strong>12</strong></td>
<td><strong>Wellington</strong></td>
<td><strong>Nova Zelândia</strong></td>
</tr>
<tr>
<td align="center">13</td>
<td>Amsterdam</td>
<td>Países Baixos</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">22</td>
<td>Montreal</td>
<td>Canadá</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">49</td>
<td>New York</td>
<td>Estados Unidos</td>
</tr>
<tr>
<td align="center"><strong>105</strong></td>
<td><strong>Brasília</strong></td>
<td><strong>Brasil</strong></td>
</tr>
<tr>
<td align="center"><strong>117</strong></td>
<td><strong>Rio de Janeiro</strong></td>
<td><strong>Brasil</strong></td>
</tr>
<tr>
<td align="center"><strong>118</strong></td>
<td><strong>São Paulo</strong></td>
<td><strong>Brasil</strong></td>
</tr>
<tr>
<td align="center"><strong>130</strong></td>
<td><strong>Manaus</strong></td>
<td><strong>Brasil</strong></td>
</tr>
<tr>
<td align="center">213</td>
<td>N&#8217;Djamena</td>
<td>Chade</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">214</td>
<td>Bangui</td>
<td>Rep. Centro-Africana</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">215</td>
<td>Bagdá</td>
<td>Iraque</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>E por último o ranking da revista <a href="http://www.monocle.com/" target="_blank">Monocle</a> que lista as 25 cidades com melhor qualidade de vida. Abaixo segue o ranking completo que está disponível no <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/World%27s_Most_Livable_Cities" target="_blank">Wikipedia</a>:</p>
<table class="cities" border="0" cellspacing="1" cellpadding="0" width="420">
<tbody>
<tr>
<td class="title" colspan="3" align="center" valign="middle"><strong>Monocle&#8217;s Most Livable Cities Index 2009</strong></td>
</tr>
<tr>
<td class="header" width="100" height="20" align="center"></td>
<td class="header" width="160" height="20">Cidade</td>
<td class="header" height="20">País</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">1</td>
<td>Zurique</td>
<td>Suíça</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">2</td>
<td>Copenhagen</td>
<td>Suíça</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">3</td>
<td>Tóquio</td>
<td>Japão</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">4</td>
<td>Munich</td>
<td>Alemanha</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">5</td>
<td>Helsinki</td>
<td>Finlândia</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">6</td>
<td>Estocolmo</td>
<td>Suécia</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">7</td>
<td>Vienna</td>
<td>Áustria</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">8</td>
<td>Paris</td>
<td>França</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">9</td>
<td>Melbourne</td>
<td>Austrália</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">10</td>
<td>Berlim</td>
<td>Alemanha</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">11</td>
<td>Honolulu</td>
<td>Estados Unidos</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">12</td>
<td>Madri</td>
<td>Espanha</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">13</td>
<td>Sydney</td>
<td>Austrália</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">14</td>
<td>Vancouver</td>
<td>Canadá</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">15</td>
<td>Barcelona</td>
<td>Espanha</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">16</td>
<td>Fukoka</td>
<td>Japão</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">17</td>
<td>Oslo</td>
<td>Noruega</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">18</td>
<td>Singapura</td>
<td>Singapura</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">19</td>
<td>Montreal</td>
<td>Canadá</td>
</tr>
<tr>
<td align="center"><strong>20</strong></td>
<td><strong>Auckland</strong></td>
<td><strong>Nova Zelândia</strong></td>
</tr>
<tr>
<td align="center">21</td>
<td>Amsterdam</td>
<td>Países Baixos</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">22</td>
<td>Kyoto</td>
<td>Japão</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">23</td>
<td>Hamburgo</td>
<td>Alemanha</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">24</td>
<td>Genebra</td>
<td>Suíça</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">25</td>
<td>Lisboa</td>
<td>Portugal</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os relatórios completos das pesquisas devem ser muito interessantes e eu gostaria de poder lê-los, mas nada mais simples e direto que uma lista ordenada. Muito pode ser dito a partir desses rankings. A primeira conclusão a tirar é que muitas das cidades que já ouvi receber o título de “segunda melhor para se viver” não estão nem entre as cinco, nem entre as dez, nem entre as 140 melhores. Motivos para gostar de uma cidade podem ser bem subjetivos, mas se quiser dizer que é uma das melhores, tem que ser objetivo, analisar segundo critérios lógicos, usar uma base de dados e, principalmente, montar um ranking.</p>
<p>Outra observação é que, sendo este blog de um ex-morador de Auckland e fã da cidade, não dá para deixar de comentar sua boa colocação nas três pesquisas. Se alguém quiser se gabar no boteco que Auckland é uma das melhores cidades do mundo para se viver, pode fazê-lo com propriedade não só porque os institutos de pesquisa dão cobertura, mas também porque a qualidade de vida lá é realmente muito boa.</p>
<p>Além disso, outro ponto que me chamou atenção, principalmente na pesquisa da Economist: as 20 primeiras colocações estão recheadas de cidades canadenses e australianas. Ambos países jovens, ambos colonizados por bretões, ambos desenvolvidos, mas ainda sem o poder americano ou europeu. Aliás, talvez por não serem tão grandes é que tenham conquistado tais posições. O gráfico de suas cidades ainda se encontra na ascendente, enquanto algumas cidades americanas e européias já tiveram dias melhores. Talvez também por isso é que, de uns anos para cá, tenha se tornado tão comum ouvir pessoas na rua comentando sobre Canadá e Austrália. Guardadas as diferenças, as políticas de imigração ainda são bem mais abertas que a de outras nações consolidadas. Ambos têm programas para <em>atrair</em> imigrantes qualificados aqui no Brasil. Conheço gente que já foi para os dois países e para ser sincero, espero me juntar a elas em breve. Não acharia nada ruim passar uns tempos nesses lugares – de preferência naquele que bate mais sol.</p>
<p>Para fechar, aqui vai o link para os <a href="http://forum.gamevicio.com.br/index.php?topic=62214.0" target="_blank">100 primeiros colocados</a> no Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal de 2006, que contempla apenas cidades brasileiras. E também o link para baixar a <a href="http://www.firjan.org.br/data/pages/2C908CE9231956A501232DF734A73D22.htm" target="_blank">versão completa</a> no site da Firjan. Sobre esse ranking não tenho muito o que comentar, só espero encontrar um cara de São José do Rio Preto no próximo boteco.</p>
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		<title>As aves que aqui gorjeiam</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 05:33:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Imbrizi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Outros]]></category>

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		<description><![CDATA[   swfobject.registerObject("player","9.0.98","expressInstall.swf");  Get Flash to see this player.
   
 Eis o gracioso canto que me acorda todas as manhãs.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="postimg"> <script src="http://brunoimbrizi.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/swfobject.js" type="text/javascript"></script> <script type="text/javascript"> swfobject.registerObject("player","9.0.98","expressInstall.swf"); </script> <object id="player" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" name="player" width="340" height="276"><param name="movie" value="http://brunoimbrizi.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/player.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="flashvars" value="file=http://brunoimbrizi.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/MOV04476_1.mp4&#038;image=http://brunoimbrizi.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/preview.jpg" /><object type="application/x-shockwave-flash" data="http://brunoimbrizi.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/player.swf" width="340" height="276"><param name="movie" value="player.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="flashvars" value="file=http://brunoimbrizi.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/MOV04476_1.mp4&#038;image=http://brunoimbrizi.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/preview.jpg" /><p><a href="http://get.adobe.com/flashplayer">Get Flash</a> to see this player.</p>
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<p> Eis o gracioso canto que me acorda todas as manhãs.</p>
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		<title>Public Const NOISE</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 06:23:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Imbrizi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

		<category><![CDATA[barulho]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos meus dois primeiros meses morando em São Paulo nada me chamou mais a atenção que o barulho. Na minha rotina não existe silêncio. 
De todos os barulhos, o mais irritante é o que me acorda todas as manhãs. Ele ataca numa hora em que não é uma questão de paciência, de respirar fundo ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos meus dois primeiros meses morando em São Paulo nada me chamou mais a atenção que o barulho. Na minha rotina não existe silêncio. </p>
<p>De todos os barulhos, o mais irritante é o que me acorda todas as manhãs. Ele ataca numa hora em que não é uma questão de paciência, de respirar fundo ou de plugar um mp3 na orelha. Às 6:15 da manhã você só quer que o barulho suma. Mas ele não some, ele é alto e constante e só me resta ficar variando entre pagar uma grana preta por uma janela anti-ruído ou fabricar bombas caseiras. </p>
<p>E qual seria o alvo? Meu vizinho. Moro ao lado de uma lanchonete, ou para ser mais preciso, atrás de uma lanchonete. Nos fundos, esse estabelecimento tem uma indústria disfarçada de exaustor, que assopra, apita, trepida e lateja. Começa seis e pouco da manhã e fica o dia todo, todos os dias, inclusive sábados e domingos.</p>
<p>Por que não me mudo? Já corri bastante atrás e ainda não descartei totalmente essa possibilidade. Só não encontrei ainda um lugar que valesse a pena, seja pelo preço, pela localização ou pela estrutura. Por que não vou falar com o dono da lanchonete? Já fui e ele já mexeu no equipamento. Já foi bem pior, tenho que admitir, embora esse argumento não me mantenha dormindo, uma vez que ele só deve ter jogado uma graxa na turbina em vez de trocá-la por um sistema mais moderno e silencioso (e muito mais caro).</p>
<p>A melhor solução que encontrei até agora foi uma maravilha da engenharia comercializada pela 3M que atende pelo nome de protetor auditivo. Uma mísera espuminha ao preço de R$ 1,00 o par tem me feito dormir um pouco melhor. Não é o ideal, incomoda um pouco, mas é um detalhe que faz toda a diferença.</p>
<p>Uma vez em acordado, caminho pela Av. Paulista até o trabalho em meio a buzinas, sirenes e britadeiras. Sentado em frente ao computador o fone ajuda a disfarçar o também onipresente exaustor do vizinho, um luxuoso café, cuja saída do ar-condicionado fica na altura da nossa janela. À noite, chegando em casa e recorrendo a outra maravilha da ciência que atende pelo nome de Aspirina, é hora de ouvir a TV da sala que parece estranhamente ficar mais alta no final do corredor do que para quem está sentado na frente dela.</p>
<p>Viva a espuminha laranja.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Enquanto ninguém está olhando</title>
		<link>http://brunoimbrizi.com/blog/2009/06/enquanto-ninguem-esta-olhando/</link>
		<comments>http://brunoimbrizi.com/blog/2009/06/enquanto-ninguem-esta-olhando/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 19:12:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Imbrizi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Outros]]></category>

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		<description><![CDATA[Três meses depois de aterisar no Brasil, começo com uma citação fora de contexto:
&#8220;Part of being in a community is social control, especially if there are resources that are free for grabs. Whilst the majority of people have enough responsibility and moral values that they would not take more than their share even if nobody [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Três meses depois de aterisar no Brasil, começo com uma citação fora de contexto:</p>
<p><em>&#8220;Part of being in a community is social control, especially if there are resources that are free for grabs. Whilst the majority of people have enough responsibility and moral values that they would not take more than their share even if nobody is looking, some individuals need to be made aware that they would not get away with it. So even though it is ugly, the occasional lynch mob makes sure that people will continue to share their labour and knowledge for free.&#8221;</em></p>
<p>E uma tradução mais que livre:</p>
<p><em>&#8220;Participar de uma comunidade é, em parte, fazer um controle social, especialmente se há recursos que são de todos. Enquanto a maioria das pessoas tem responsabilidade e valores morais suficientes para não abusar mesmo que ninguém esteja olhando, alguns indivíduos precisam ser avisados de que não vão se safar se o fizerem. Então, mesmo que seja feia, a ocasional “multidão do linchamento” garante que a comunidade continue a compartilhar seu trabalho e conhecimento de graça.&#8221;</em></p>
<p>As frases foram escritas por <a href="http://www.quasimondo.com/">Mario Klingermann</a>, um dos deuses do Flash, em resposta a um <a href="http://www.bit-101.com/blog/?p=2211" target="_blank">post no blog de Keith Peters</a>, outro deus do Flash. Apesar de o contexto original não ter muito a ver com o objetivo deste post, acho no mínimo honesto abrir um parêntesis e explicar de onde elas vieram.</p>
<p>Um dos motivos de eu adorar o Flash é a comunidade que o envolve. Tem muita gente boa desenvolvendo e compartilhando. O sujeito mostra um negócio avançadíssimo e dá o código-fonte logo abaixo. É como pedir um prato delicioso num restaurante e já levar a receita de lambuja. E o que o restaurante/desenvolvedor ganha com isso? Diretamente, nada. Mas quem leu a receita/código pode melhorá-la mais um pouco e continuar passando para frente.  Assim o negócio de restaurantes/Flash ganha como um todo, com receitas/códigos em constante evolução. E indiretamente, o cozinheiro/desenvolvedor que não manteve em segredo seu conhecimento ganha fama, respeito e seguidores – pois de onde saiu uma boa receita/código, podem sair outras. (Minha comparação pode ter sido idiota, mas acredite que o esquema funciona bem pelo menos na comunidade Flash). E tem alguns caras que já produziram tanta coisa boa que ganharam um status de <em>rockstars</em>. Tem quem os chame de <em>Flash Gods</em>.</p>
<p>Pois ontem, graças ao Twitter, alguns dos deuses do Flash se envolveram num episódio polêmico. Um sujeito, Chris Hughes, que até então eu desconhecia, subiu no palco do <a href="http://www.ted.com/">TED</a> – uma respeitada vitrine de tecnologia e conhecimento – para mostrar uma peça em Flash que “ele fez”. Ele só “esqueceu” de comentar, nos rápidos dois minutos que ficou no palco, que a apresentação dele era inteiramente baseada no trabalho gratuito de outras pessoas (só para registrar, tratava-se das bibliotecas <a href="http://blog.papervision3d.org/" target="_blank">Papervision3D</a> e <a href="http://www.libspark.org/wiki/saqoosha/FLARToolKit/en" target="_blank">FLARToolkit</a>). Após a divulgação do vídeo da apresentação do cara, começou uma indignada reação no Twitter que se espalhou mais rápido que arroz em volta de prato de criança. Os difamadores de Hughes não demoraram a ganhar o apelido de <em>lynch mob</em> (multidão do linchamento).</p>
<p>O cara estava nervoso e esqueceu? Ou o cara quis tapear os incautos e levar vantagem? A questão ainda é quente e enquanto escrevo estão chegando novos tweets e posts a respeito. Já o meu post não é para exprimir meu julgamento sobre esse assunto. Espero que ainda não tenha perdido o(a) leitor(a) agora que vou puxar o fio da meada. Em três meses da volta para o Brasil, a citação lá no início trouxe para perto algo que já estava ficando bem pequeneninho no retrovisor. Que o maior abismo entre a Nova Zelândia e o Brasil não é econômico ou político/partidário. A diferença está na noção de comunidade. Como explicar para um brasileiro (eu incluso) um povo em que “a maioria das pessoas tem responsabilidade e valores morais suficientes para não abusar mesmo que ninguém esteja olhando”? E onde “alguns indivíduos” de fato são ”avisados de que não vão se safar se o fizerem”? Posso estar redondamente enganado, mas foi assim que eu vi e vivi a Nova Zelândia.</p>
<p>O que me entristece é que, só para ficar no exemplo mais recente, em meio aos atos secretos não são as sindicâncias parlamentares que vão melhorar o Brasil. Enquanto não houver uma evolução na noção de comunidade, vai continuar no nosso sangue essa urgência de se dar bem, esse ímpeto de meter a mão na cumbuca quando ninguém está olhando e esse receio de denunciar algo errado por medo de retaliação pessoal. Pouca gente fica em pé quando a maioria está interessada em passar rasteira. Enfatizo aqui o termo maioria. Generalizar é sempre perigoso, mas opino sobre o que vejo (seja na esquina ou seja no jornal) assim como todo mundo.</p>
<p>Voltei da Nova Zelândia com um novo ponto de vista, uma nova energia para ser melhor e fazer melhor. Três meses depois me sinto frustrado por me ver de novo afundado “no esquema”. Talvez seja também por isso que eu dedique boa parte do meu dia ao Flash, dá mais gosto de viver nessa comunidade. E esse post (além do caráter auto-terapêutico) tem a função de levantar a questão e abrir a discussão. Pois de nada adianta começar a pensar numa solução para o problema se o cidadão levanta a mão e pergunta: “Que problema?”</p>
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		<title>Banheiro, Sala e Cozinha</title>
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		<pubDate>Sat, 02 May 2009 16:01:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Imbrizi</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Moro com minha namorada em um flat. Nele há duas portas: a de entrada e a do banheiro, o resto é tudo uma peça só. Não é possível dar mais que dez passos atravessando a cozinhasalaquarto. A vantagem é que já veio mobilhado. Mas é pequeno para duas pessoas e nós começamos a pesquisar outros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Moro com minha namorada em um flat. Nele há duas portas: a de entrada e a do banheiro, o resto é tudo uma peça só. Não é possível dar mais que dez passos atravessando a cozinhasalaquarto. A vantagem é que já veio mobilhado. Mas é pequeno para duas pessoas e nós começamos a pesquisar outros apartamentos.</p>
<p>Para quem acabou de chegar de Auckland, procurar lugar para morar em Curitiba é uma tristeza. De saída demos de cara com os sites labirínticos das imobiliárias – meu ex-professor de Design da Informação poderia usá-los de exemplo de como <strong>não</strong> fazer um site. Depois de driblar os obstáculos e chegar finalmente à página do imóvel, descobrimos que minha ex-professora de Português também tem um <em>case</em> nas mãos. Vamos a um exemplo:</p>
<div style="margin-left:50px; font-size:11px">Piso TACOS, Farmácia, Aquecimento Elétrico, P.Social Bom, Pintura Nova, Elevador, Calçada, Supermercado, Interfone, Portaria, Pavimentação Asfalto, Estado Bom, Colégio, T. Construção Alvenaria, Teto LAJE, BWC Social 1, Área de Serviço 1, Cozinha 1, Garagem 1, Sala 1, GaragemDOIS QUARTOS, SALA, BANHEIRO, COZINHA, AREA DE SERVIÇO E GARAGEM. COZINHA PIA COM ARMARIO E QUARTOS COM ARMARIOS. IPTU DA GARAGEM 3 PARCELAS DE R$ 10,50 OBS: GARAGEM É N. 427 UNIDADE 16.352.</div>
<p>Precisava ser tão confuso? Eu fico imaginando: o sujeito é corretor de imóveis, trabalha com isso, vive disso, custa ele perder dois minutos organizando as informações na hora de anunciar o imóvel? “Piso TACOS, Farmácia, Aquecimento Elétrico&#8230;” como assim? “Calçada, Supermercado, Interfone&#8230;” hã? E qual é a da caixa-alta nesses anúncios? E desde quando acento é facultativo? Alguém me explica por favor o que é “P.Social Bom” e “T. Construção Alvenaria”?</p>
<p>Passada a fase de interpretação, vem o prêmio: as fotos do imóvel. Isso, claro, quando o anúncio tem foto, afinal por que você iria querer ver imagens do imóvel que está pesquisando, não é mesmo?<br />
- Opa, este aqui tem três fotos, vamos lá. Uma da fachada. Outra da fachada. Mais uma da fachada.<br />
- Próximo.<br />
- Este aqui tem mais. Pulando as quatro primeiras da fachada, ah, agora sim! Mas espera aí, isso aqui é a parede ou é um armário? Será que tem pia na cozinha? Não, sério, para que que serve esta foto do chão? Que a parede é branca eu já sei e isso ali no canto é uma janela? Ha! E não tem nenhuma da cozinha!<br />
- Próximo.</p>
<p>Filtrados os imóveis pela internet, chegou a hora de ir na imobiliária e pedir a chave de alguns apartamentos para visitar. Um deles nos pareceu bem interessante, não era muito grande, mas estava bem cuidado e tinha grande potencial. O valor do aluguel era o mesmo do nosso flat, só que teríamos que providenciar toda a mobilha. Então, hora de pesquisar móveis e eletromésticos. Não é uma tarefa assim tão chata. Foi divertido passear pelas lojas de móveis usados. Descobrimos como pode ser abissal a diferença entre um sofá de uma loja popular e de uma loja que se pretende chique. No final das contas, comprar os ítens necessários para poder morar no novo apê sem dormir no azulejo ou almoçar sentado que nem índio, gastaríamos em torno de 5 mil reais. Não, não estávamos comprando uma geladeira da GE nem uma TV de 50 polegadas, era só o básico.</p>
<p>- Ei, mas o básico a gente já tem aqui no flat, uai.<br />
- É mesmo. Vamos ficar, então?</p>
<p>Ficamos.</p>
<p>Em Auckland, a imensa maioria dos imóveis para alugar já vêm mobilhados. Não apenas cama, mesa e armários, vêm com fogão, geladeira, lavadora de roupa, secadora, TV, DVD, microondas e muitas vezes até com lavadora de louça. Entrar e sair de um imóvel é fácil e rápido. Encontrar um imóvel também é muito simples, sites como o <a href="http://www.trademe.co.nz" target="_blank">TradeMe</a> e <a href="http://www.te.co.nz" target="_blank">T&amp;E</a> (que funcionam como o MercadoLivre no Brasil) têm um alto giro de anúncios de flatmates, aluguéis e vendas e são geralmente recheados de fotos e informações legíveis.</p>
<p>Essa é mais uma diferença cultural que eu acho que poderíamos copiar e adaptar à nossa realidade.</p>
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		<title>Olhar estrangeiro</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 19:30:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Imbrizi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Outros]]></category>

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		<category><![CDATA[comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou no Brasil. Se você acompanha o Viagem no Tempo deve lembrar do melancólico post NZ Trip – Week 4 onde contei o motivo da volta. Não está afim de ir lá ler? Tudo bem, eu resumo aqui: não deu certo a Pri ficar comigo na Nova Zelândia. Não ia dar certo eu ficar sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou no Brasil. Se você acompanha o Viagem no Tempo deve lembrar do melancólico post <a href=http://brunoimbrizi.com/blog/2009/01/nz-trip-week-4/>NZ Trip – Week 4</a> onde contei o motivo da volta. Não está afim de ir lá ler? Tudo bem, eu resumo aqui: não deu certo a Pri ficar comigo na Nova Zelândia. Não ia dar certo eu ficar sem ela. Voltei e estamos juntos aqui.</p>
<p>No post <a href=http://brunoimbrizi.com/blog/2009/03/querido-diario/>Querido Diário</a> contei que este blog nasceu junto com a minha viagem para a Nova Zelândia. E agora? Vai acabar? Não, ainda não. Sou egoísta o suficiente para achar que ainda tenho coisas interessantes para contar. O escopo permanece o mesmo: exterior, viagens, diferenças culturais, Nova Zelândia, etc. Espero que você, leitor, ainda tenha interesse em acompanhar.</p>
<p>Minha expectativa em rever a Pri era alta e foi melhor do que eu esperava. </p>
<p>Minha expectativa em rever a cidade era baixa e foi pior do que eu esperava. Eu era um estrangeiro em Auckland, agora sou um estrangeiro aqui. Vai passar, eu sei, mas não tenho pressa. Estou gostando de analisar de fora o que eu sempre aceitei como normal enquanto estava dentro. O terceiro mundo salta aos olhos. Lojas baratas vendem produtos de baixa qualidade a preços baixos para pessoas que não têm condições de comprar algo de qualidade superior. Caixas de som explodem sertanejo (ou duplas de cantores romanticos sem talento para poesia nem melodia) para atrair (?) a clientela. Pessoas de nem-tão-poucas condições assim (e péssimo gosto musical) compram nessas mesmas lojas porque não parece haver outro critério na escolha além do preço. A baixa qualidade prolifera. As ruas têm cheiros e eles não são bons. Banheiro, cigarro, fritura e perfume barato. Os carros têm pressa, as pessoas têm pressa. Para onde vão? O que fazem? Somos tantos, trabalhamos tanto, por que nos é tão raro o que é livre e abundante do outro lado do Pacífico? Eu gostava de Auckland, mas nunca achei uma cidade bonita. Agora eu acho.</p>
<p>Duas coisas eu já sabia e, para minha sorte, não me surpreendi com o contrário: nossas mulheres são mais bonitas e nossa comida é mais saborosa, mais saudável e mais barata. Aqui, para todos esses adjetivos, fica bem clara a generalização e a opinião por amostragem, antes que alguém de mau humor comece a me apresentar evidências do contrário&#8230;</p>
<p>Da minha janela vejo um rio. Ele é horrível. Vou sair para imprimir as fotos que eu e a Pri tiramos na Nova Zelândia e que não precisaram de um clique sequer no Photoshop para mostrar os mais lindos azuis, cianos ou verdes dos rios e lagos de lá.</p><div class="ngg-galleryoverview" id="ngg-gallery-41"><div id="ngg-image-531" class="ngg-gallery-thumbnail-box ">
	<div class="ngg-gallery-thumbnail"  >
	<a id="thumb531" href="http://brunoimbrizi.com/blog/wp-content/gallery/rios-e-lagos/dsc01910.jpg" title="Abel Tasman National Park" class="thickbox" rel="rios-e-lagos" ><img title="Abel Tasman National Park" alt="Abel Tasman National Park" src="http://brunoimbrizi.com/blog/wp-content/gallery/rios-e-lagos/thumbs/thumbs_dsc01910.jpg" style="width:100px; height:75px;" /></a>
</div>
</div>
<div id="ngg-image-530" class="ngg-gallery-thumbnail-box ">
	<div class="ngg-gallery-thumbnail"  >
	<a id="thumb530" href="http://brunoimbrizi.com/blog/wp-content/gallery/rios-e-lagos/dsc01950.jpg" title="Abel Tasman National Park" class="thickbox" rel="rios-e-lagos" ><img title="Abel Tasman National Park" alt="Abel Tasman National Park" src="http://brunoimbrizi.com/blog/wp-content/gallery/rios-e-lagos/thumbs/thumbs_dsc01950.jpg" style="width:100px; height:75px;" /></a>
</div>
</div>
<div id="ngg-image-529" class="ngg-gallery-thumbnail-box ">
	<div class="ngg-gallery-thumbnail"  >
	<a id="thumb529" href="http://brunoimbrizi.com/blog/wp-content/gallery/rios-e-lagos/dsc02361.jpg" title="Waiho River Franz Josef Glacier" class="thickbox" rel="rios-e-lagos" ><img title="Waiho River Franz Josef Glacier" alt="Waiho River Franz Josef Glacier" src="http://brunoimbrizi.com/blog/wp-content/gallery/rios-e-lagos/thumbs/thumbs_dsc02361.jpg" style="width:100px; height:75px;" /></a>
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</div>
<div id="ngg-image-528" class="ngg-gallery-thumbnail-box ">
	<div class="ngg-gallery-thumbnail"  >
	<a id="thumb528" href="http://brunoimbrizi.com/blog/wp-content/gallery/rios-e-lagos/dsc03101.jpg" title="Lake Tekapo" class="thickbox" rel="rios-e-lagos" ><img title="Lake Tekapo" alt="Lake Tekapo" src="http://brunoimbrizi.com/blog/wp-content/gallery/rios-e-lagos/thumbs/thumbs_dsc03101.jpg" style="width:100px; height:75px;" /></a>
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</div>
</div>
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		<title>Transit Visa</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 17:28:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Imbrizi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Outros]]></category>

		<category><![CDATA[burocracia]]></category>

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		<description><![CDATA[Drinks de despedida na empresa. Festa de despedida com os amigos. Jantar de despedida dos vizinhos. Emails trocados, muitos abraços, desejos de sorte e alguns presentes. Fazer as malas, pensar na roupa da viagem, lembrar da escova de dentes no último minuto, devolver a chave do flat e ir para o aeroporto. Lá chegando, burocracia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Drinks de despedida na empresa. Festa de despedida com os amigos. Jantar de despedida dos vizinhos. Emails trocados, muitos abraços, desejos de sorte e alguns presentes. Fazer as malas, pensar na roupa da viagem, lembrar da escova de dentes no último minuto, devolver a chave do flat e ir para o aeroporto. Lá chegando, burocracia com sorrisos até que&#8230;</p>
<p>- Como assim não vou poder embarcar? Deve ter alguma coisa que possa ser feito!</p>
<p>Embaraço, frustração e raiva. Tirar as malas da esteira, levar de novo pro carro e voltar para o flat. Vou te dizer, não foi das sensações mais agradáveis&#8230;</p>
<p>Não, eu não estava tentando embarcar com uma faca ou algo pior (tipo uma garrafa d’água com mais de 100ml). Eu não estava com o ticket vencido, nem cheguei atrasado para o check-in, nem estava com excesso de bagagens. Meu problema foi o visto. Meu vôo era Auckland-Dubai com uma escala. Não, meu problema não era o visto para entrar em Dubai, era para entrar na escala. A parada em questão era Sydney, Austrália. O avião ficaria em solo por cerca de 1 hora e meia e dali seguiria até Dubai sem mais paradas. Cidadãos brasileiros <strong>não</strong> têm direto a trânsito pela Austrália e devem solicitar um visto de trânsito junto à Embaixada ou ao Consulado mais próximo. Não tem choro, não tem vela. Sem visto não embarca e pronto. Tire suas malas daqui e passar bem.</p>
<p>A escala, que nem sequer aparecia no ticket de embarque, estragou meus planos. Eu ainda estou tentando entender até agora por que é necessária a existência de um visto de trânsito. Por que eu tenho que preencher um formulário dizendo se eu já tive contato com pessoas com tuberculose antes de ficar 1 hora no saguão do aeroporto de Sydney? E se eu tivesse, seria meu trânsito negado? Ei amigo, eu não quero ficar aí no seu país e sobrecarregar seu sistema de saúde. O que eu quero mesmo é sair dele! Por mim eu passava por cima, entendeu?</p>
<p>Ok, não adianta discutir. Voltei “pra casa” (por sorte não tinha nenhum novo flatmate pronto para entrar no que era meu quarto), pesquisei tudo o que precisava saber sobre o tal visto na internet e botei o despertador para chegar no consulado da Austrália assim que abrisse. Às 9 da manhã eu estava tenso e puto da cara com a senha 14 na mão. A situação ainda poderia piorar se eu tivesse que mandar meu passaporte para Wellington e esperar meu visto pelo correio, ou se, mesmo resolvendo por Auckland, eu tivesse que aguardar, sei lá, 10 dias úteis. E ainda tinha a questão da passagem que teria que ser remarcada e sempre há uma multa de USD 100 para mudanças de data. No fim deu tudo certo e em 3 horas e meia, 2 visitas ao consulado e 2 visitas ao escritório da Emirates, consegui um visto de trânsito pela Austrália e remarquei minha passagem para o mesmo dia sem custo adicional.</p>
<p>O acontecido foi chato, mas não dá para culpar a companhia aérea. Eles foram racionais e educados o tempo todo e resolveram meu problema com agilidade e sem custo no dia seguinte. Apesar de algumas pessoas que ficaram sabendo do episódio terem xingado a companhia, eu discordo e continuo recomendando a Emirates. Ponho a culpa em mim mesmo por não ter ido atrás dos meus direitos e deveres como cidadão brasileiro e na idéia do visto de trânsito em geral que me parece mais uma pilha de papéis e números destinados a atrapalhar a vida das pessoas. E não posso deixar de criticar também a fraca atuação das relações internacionais do Brasil. <a href="http://www.immi.gov.au/visitors/transit/no-visa.htm" target="_blank">A lista de países</a> que têm acordo de trânsito pela Austrália e não exige visto é enorme, mas o Brasil não está nela.</p>
<p>A mensagem a passar com a história toda é: quando estiver planejando sua viagem, não faça como eu, não ignore as escalas, você pode precisar de mais que seu passaporte para botar seus pés brasileiros no estrangeiro e quanto antes você cuidar disso, menor a dor de cabeça.</p>
<p><b>Update:</b><br />
Enquanto eu estava no aeroporto de Sydney, NINGUÉM pediu meu passaporte. O visto não fez a menor diferença&#8230;</p>
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		<title>Águas de Março</title>
		<link>http://brunoimbrizi.com/blog/2009/03/aguas-de-marco/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Mar 2009 22:05:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Imbrizi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Outros]]></category>

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		<description><![CDATA[É bossa nova. É melancolia alegre. É júblio triste. É pau, é pedra, é o fim do caminho. É um resto de toco, é um pouco sozinho. São as águas de março fechando o verão. É a promessa de vida no teu coração.
A gente se vê.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É bossa nova. É melancolia alegre. É júblio triste. É pau, é pedra, é o fim do caminho. É um resto de toco, é um pouco sozinho. São as águas de março fechando o verão. É a promessa de vida no teu coração.</p>
<p>A gente se vê.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>How bizarre</title>
		<link>http://brunoimbrizi.com/blog/2009/03/how-bizarre/</link>
		<comments>http://brunoimbrizi.com/blog/2009/03/how-bizarre/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 10:57:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Imbrizi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Auckland]]></category>

		<category><![CDATA[Outros]]></category>

		<category><![CDATA[bizarro]]></category>

		<category><![CDATA[notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[As notícias são muito bizarras, nao posso esperar chegar em casa para escrever com acentos e cedilhas. Corrigido.
Extra, extra! Mulher deu a luz num avião em pleno vôo e ninguém percebeu! Só até aí já é bizarro o suficiente, mas esse é só o começo, veja só. Ela voava de Samoa para a Nova Zelândia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As notícias são muito bizarras, <strike>nao posso esperar chegar em casa para escrever com acentos e cedilhas</strike>. Corrigido.</p>
<p>Extra, extra! <strong>Mulher deu a luz num avião em pleno vôo e ninguém percebeu!</strong> Só até aí já é bizarro o suficiente, mas esse é só o começo, veja só. Ela voava de Samoa para a Nova Zelândia e chegando no aeroporto de Auckland disse que havia perdido seu passaporte. As autoridades repararam que havia algo de estranho pois a mulher estava pálida e com manchas de sangue (!). Foi entao que encontraram um bebê recém-nascido no cesto de lixo do banheiro do avião (!!!).</p>
<p>Veja aqui o vídeo da reportagem:<br />
<a href=http://tvnz.co.nz/national-news/police-investigate-after-baby-left-plane-2569699/video target=_blank>TVNZ: Police investigate after baby left on plane</a></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Extra, extra! <strong>Vulcão submarino entra em erupção e assusta pescadores da ilha de Tonga!</strong> Na última segunda-feira alguns tremores foram sentidos na maior ilha de Tonga e desde então um vulcão submerso há 10 km da costa entrou em erupção arremessando colunas de água para cima e criando uma nuvem de fumaça de 15.000 metros de altura que obrigou aviões a desviarem suas rotas. As imagens são impressionantes.</p>
<p>Veja o vídeo da reportagem e algumas fotos:<br />
<a href=http://tvnz.co.nz/world-news/undersea-volcano-continues-erupting-2569716 target=_blnak>TVNZ: Undersea volcano continues erupting</a><br />
<a href=http://www.nzherald.co.nz/world/news/image.cfm?c_id=2&#038;gal_cid=1502759&#038;gallery_id=104938 target=_blank>NZ Herald: Photos: Undersea volcanic eruption</a></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>How Bizarre, how bizarre.<br />
Dentre as novidades desta sexta-feira, a campeã de bizarrice é esta: descobri que <strong>a música “How Bizarre” é kiwi!</strong> Você conhece a música, não conhece? Foi lançada em 1995 e alcançou primeiro lugar nas paradas da NZ, Austrália, Canadá, Irlanda, África do Sul e Áustria além de um segundo lugar nas 100 mais da Billboard. A banda conhecida por OMC detém o recorde de artista neo-zelandês mais vendido no mundo com 20 milhões de cópias! OMC significa Otara Millionaires Club, sendo que Otara é um suburbio muito, muito longe do centro de Auckland e bem pobre (para padrões neo-zelandeses). Estima-se que autor da música e “vocalista” do grupo, Paul Fuemana, ganhou 11 milhões de dólares com o sucesso. E o que ele fez com a grana? Torrou tudo e está quebrado de novo, ainda morando em Otara.</p>
<p>Assista o videoclipe de “How Bizarre”:<br />
<a href=http://www.youtube.com/watch?v=gFpY29AvYKE target=_blank>Youtube: OMC – How Bizarre</a></p>
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